terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

Vencedores do desafio “Onde vão os VagaMundos em 2010?”

Antes de mais, queremos agradecer a todos os que aceitaram o nosso pequeno desafio e tentaram adivinhar os nossos destinos já confirmados para 2010. Antes de anunciarmos o vencedor, vamos então revelar que locais emblemáticos estão retratados nas fotos.


Destino 1 – Jordânia
Mar morto, Petra, deserto de Wadi Rum e Amman


Destino 2 – Itália
Siena, Capela Sistina e o Elefante de Bernini em Roma


Destino 3 – Letónia
Praça no centro histórico de Riga, vista aérea de Riga e exemplo de art-noveau pelo qual Riga é conhecida


Destino 4 – Cisjordânia (Palestina)
Igreja da Natividade, estrela de prata que marca o local provável onde Jesus nasceu e vista de Belém


Destino 5 – Noruega
Vigelandsparken, fiordes noruegueses, Bergen e catedral de Trondheim


Destino 6 – Israel
Muro das Lamentações, Jerusalém e Tel-Aviv

A Noruega será visitada em Maio. Os restantes destinos receberão os VagaMundos no mês de Junho e Julho.

Vamos acabar com o suspense e revelar o grande vencedor do primeiro concurso deste espaço:

O nosso leitor Pedro foi o primeiro a acertar em todos os destinos sem qualquer hesitação. Os nossos parabéns! Como o Pedro projecta calcorrear o Médio Oriente em 2011, e de forma a entusiasmá-lo ainda mais a cumprir esse projecto, o souvenir será proveniente destas paragens. Pedro, agora só precisas de nos enviar a tua morada pelo e-mail a.vagamundos@gmail.com e esperar pelo Verão!

Para todos os outros leitores que participaram e que acertaram em pelo menos 3 dos destinos, temos uma surpresa: vão todos receber um postal enviado no decorrer duma das nossas viagens. É só escolherem o vosso destino favorito entre os seis que nós trataremos de vos aguçar o apetite para um dia lá rumarem ou para recordarem, no caso de vos ser já familiar. Para tal, mandem também as vossas moradas para o nosso e-mail.

E os vencedores dos postais, pela ordem de chegada de resposta, são:

Vitor
Teresa
António e Ellen
Carriço
Marshmallow
Raquel
Cláudia Liechavicius
Roadrunner
Portugalilainen
Valentim
Eugenia
Filha do vento
Lacoste
Lu

Para conferirem as vossas respostas, os vossos comentários estão agora publicados no respectivo post.

Mais uma vez queremos vos agradecer pela boa disposição com que responderam a este desafio! Gostamos muito de ter lançado este desafio e acima de tudo da vossa participação.

Um abraço a todos e boas viagens para 2010!

sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

Concurso - Onde vão os VagaMundos em 2010?

Os VagaMundos têm já algumas viagens confirmadas para 2010 e este será o mote para o primeiro “concurso” das Crónicas de “Um” Vagamundo.

As fotos que se seguem retratam alguns dos locais mais emblemáticos por onde vamos passar. Estas são as pistas que vos damos para adivinharem por que terras iremos vagamundear.

Destino 1


Destino 2


Destino 3


Destino 4


Destino 5


Destino 6


O primeiro leitor que acertar nos seis países, receberá em sua casa um souvenir dum dos países por onde vagamundeármos.

Os restantes leitores que acertarem na totalidade dos países, receberão um postal de um local à sua escolha, enviado pelos VagaMundos durante a viagem.

Para participarem, basta deixarem as vossas respostas nos comentários até à próxima segunda-feira, dia 8 de Fevereiro. Na terça-feira publicaremos todos os vossos comentários juntamente com os resultados.

Durante este período, faremos moderação de comentários de forma que as respostas não sejam reveladas antes de tempo.

Nota: as fotografias, à excepção de uma, são retiradas da net.

quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Dentro do Glaciar


Para quem quizer ter uma ideia melhor do que é a experiência de visitar o interior do Glaciar Mer de Glace

terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

Mer de Glace



Para fechar a nossa “escapadinha”, e ainda por terras gaulesas, não podíamos perder uma visita ao glaciar Mer de Glace. Assim, apanhámos o castiço comboio de cremalheira para subirmos até Montenvers e vermos o nosso primeiro glaciar: o Mar de Gelo.



Mais do que ver um glaciar a experiência passa por estar dentro dele. Chegados à estação de Montenvers, há que descer num teleférico que acede os 300 degraus até à entrada das grutas.



Ao longo da descida pela escadaria, apercebemo-nos que o aquecimento global não é uma utopia. Placas ao longo do percurso assinalam a altura que o glaciar atingia anteriormente. O que é assustador é que esta redução drástica aconteceu nas últimas 3 décadas.




Muito antes, Mer de Glace, by Samuel Birmann (1793-1847). Depois, Mer de Glace pelos VagaMundos.

As grutas são escavadas anualmente para visitar o interior do glaciar. E todos os anos o trabalho é refeito pois o glaciar desce a uma velocidade de 90 metros por ano em direcção a Chamonix. Estar dentro de um glaciar é uma experiência inesquecível. O espectáculo de luz e som ajudam a criar uma ambiência de deslumbre… até esquecemos que estamos dentro duma verdadeira arca congeladora!







Do miradouro de Montenvers, a vista panorâmica é extraordinária. Eis como a captámos com a nossa lente.



E aqui terminam as nossas deambulações por terras helvéticas e gaulesas. Na mochila trouxemos um manancial de boas memórias.

domingo, 31 de Janeiro de 2010

Contrastes



O Verão e o Inverno no Kongens Have (jardim real), onde se situa o invulgar Rosenborg Slot. Quem ainda não leu, pode encontrar a nossa crónica sobre este Highlight de Copenhaga aqui.







sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Chamonix



Recuperados do mal da altitude no regresso à cidade de Chamonix, impunha-se vagamundear pelas suas ruas.



Chamonix atrai muitos praticantes de desportos de Inverno. E não admira. Tanto para os iniciantes do ski como para os praticantes mais treinados de desportos radicais, aqui a oferta de locais para a prática das diversas modalidades é perfeita. Chamonix reúne todas as condições. E não se restringe a agradar os amantes da neve. Quando o calor se aproxima calmamente na Primavera, a neve desaparece para revelar os numerosos trilhos para os caminhantes e escaladas para os montanhistas.



É verdade que nós só nos aventurámos a deambular pelas ruas da cidade, mas vale bem a pena. Chamonix tem um magnetismo que atrai até os menos desportistas: típica, castiça, colorida e acolhedora.



Quando o frio aperta, ninguém resiste a entrar num dos inúmeros cafés para procurar o calor. Esse encontra-se logo ao sermos recebidos com um caloroso sorriso e “bonjour”, para logo a seguir se reconfortar com o aconchego do aquecimento e o prazer duma bebida quente.



Situada num vale criado por glaciares, toda ela admiravelmente rodeada de montanhas:

Les Aiguilles Rouges a noroeste



Le Petit Dru a nordeste



Le Mont Blanc a sudeste



As palavras podem ser pouco descritivas, mas as imagens dizem tudo!

quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

360º



Vista panorâmica de Aiguille du Midi. No filme é possível ver-se o Mont Blanc, vista aérea da ville de Chamonix, assim como os Alpes franceses, italianos e suíços.

terça-feira, 26 de Janeiro de 2010

Mont Blanc

Provavelmente, a ida a Genebra foi apenas o pretexto para fazermos algo que há muito desejávamos: voltar aos Alpes.



Tomámos a madrugada como nossa companheira nesta viagem. Pelo terceiro dia consecutivo. Entre bocejos e queixumes do sono em atraso, cumprimentámos L’Immigré enquanto descíamos a rua até ao terminal rodoviário onde apanharíamos o autocarro com destino a Chamonix. Escusado será dizer que o embalo nos fez deambular pelo limbo do sono. Contudo, assim que as montanhas dos Alpes começaram a surgir por entre as nuvens que obstinadamente as escondiam, o sono desapareceu.


Aiguille du Midi

Chegados a Chamonix, fomos de imediato à procura do teleférico que nos levaria ao topo do Aiguille du Midi, o ponto mais próximo que se consegue estar do Mont Blanc sem se escalar a montanha mais alta da Europa.



A subida é impressionante e assustadora. A inclinação é tão acentuada que mais parece uma subida em elevador. Mas, a lembrar-nos que não é um elevador, temos solavancos, naturais num teleférico, que provocam umas taquicardias de vez em quando.



E nada como subir dos 1035m até aos 3842m em 30 minutos… Face ao défice de oxigénio o organismo começa a reagir drasticamente: respiração ofegante, tonturas e euforia. É o mal da altitude em acção. Para ajudar à festa a temperatura é de -17ºC.





Mas chegados ao topo, tudo se transfigura. A visão da paisagem que nos rodeia é simplesmente sublime!



Aqui sentimos bem a nossa pequenez perante esta maravilha da natureza que são os Alpes.


Chamonix vista do topo do Aiguille du Midi

Olhar para estas montanhas é como se, de repente, as montanhas tivessem brotado do chão.



Ou como se garras gigantes tivessem rasgado a pele da Terra gerando vales profundos e declives acentuados.



Demoramo-nos a comtemplar a beleza do Mont Blanc. Aqui perde-se a noção do tempo!


Mont Blanc

domingo, 24 de Janeiro de 2010

Walking on Ice



O frio continua a não dar tréguas por terras dinamarquesas e como tal hoje decidimos ir dar uma volta até à zona dos lagos de Copenhaga (Søerne em dinamarquês), uma das mais populares zonas da cidade para passeio e para a prática do jogging. Para sermos mais precisos, os lagos são três, sendo todos eles artificiais (a sua “construção data do século XVI), e a distância total em torno dos mesmos é de cerca de 6,4 km, o que já permite um belo passeio. Num deles foram ainda criadas duas ilhotas artificiais que servem de “santuário" para as aves”.



Acontece que, devido ao frio, os lagos estão completamente congelados. Logo a juntar aos já referidos passeios em redor dos lagos, pode-se agora também patinar/andar no gelo ou mesmo jogar uma partidinha de Curling (espécie de jogo da malha no gelo).


Patinagem no Gelo


Curling

Nós ficamo-nos pela passeata no gelo, pois patinagem não é desporto em que estes VagaMundos façam grande furor. Em baixo podem ver algumas fotos tiradas no passado Verão/Outono. As diferenças são sem dúvida significativas!


Lagos Verão


Lagos Outono

Nota: para verem onde se situam os lagos, assim como outros locais de Copenhaga que já falamos por aqui, podem consultar o Google Map que está colocado na barra lateral.

sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010

Genebra – ex-libris



Após a visita à Catedral de Genebra fomos, colina abaixo, por escadinhas e ruelas da Vieille Ville, ao encontro do relógio florido no Jardin des Anglais. Obviamente que no Inverno, o dito cujo perde um pouco do seu encanto e das suas cores!



Enquanto descíamos pelas vielas da Vieille Ville, apercebemo-nos que o ex-libris da cidade, afinal, sempre iria dar o ar da sua graça. O afamado Jet d’Eau ali estava em pleno Lac Léman. O jacto de água atinge 140 metros de altura devido à potência das duas bombas que projectam a água do lago.



Ainda tempo para percorrer algumas ruas e conhecer a zona de Bel-Air. Para os amantes do shopping, esta é uma zona da cidade a não perder.



Daqui apanhámos o eléctrico com destino a Nations. Genebra é conhecida por acolher centenas de ONGs e a sua maioria encontra-se nesta área. É aqui também que se situa o Palais des Nations, a sede das Nações Unidas.



Não tivemos acesso ao interior, mas não deixamos de gravar em imagem alguns detalhes dos seus jardins e área cincundante.



Descemos então a Avenue de la Paix que ainda nos permitiu uma visita ao jardim botânico. O forte nevão do dia anterior cobria toda a vegetação. Seria de esperar encontrar tudo mais colorido mas, ainda assim, o manto branco proporcionou um momento de agradável passeio.



Apanhámos um autocarro até à estação central, Gare de Cornavin, onde encontramos a igreja de Notre-Dame de Genève bem no meio de uma encruzilhada de estradas e trânsito. Mas no seu interior, a tranquilidade impera.



Descemos a rue du Mont Blanc em direcção ao Lac Léman, para fechar o dia. Chama-nos a atenção a estátua L’Immigré de Ousmane Sow, escultor senegalês, para lembrar a situação dos imigrantes sem-papéis que chegam a esta cidade.



De destacar nesta rua o edifício dos Correios da cidade e a igreja anglicana. No fim da rua, podemos maravilhar-nos com o Monumento Brunswick, um mausoléu construído em homenagem ao duque Charles II de Brunswick, um benfeitor da cidade de Genebra.



Chegados ao lago, não resistimos a um passeio de barco e assim atravessamos o lago nos seus típicos “mouettes”.

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